Fozes de rios em Maragogi estão impróprias para banho

O mais recente boletim de balneabilidade divulgado esta semana pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) aponta que 12 pontos estão impróprios para banho em toda a costa de Alagoas, enquanto outros 56 foram considerados liberados.

No litoral norte, o alerta se estende ao município de Maragogi, onde três pontos foram classificados como inadequados para banho. São eles: frente à foz do Rio Salgado (divisa de Maragogi com Japaratinga); frente à foz do Rio Maragogi (entre a Praia urbana de Maragogi e a Praia de Camacho); e frente ao Rio Persinunga (divisa de Maragogi com São José da Coroa Grande). A exceção é a foz do Rio dos Paus, que separa a Praia urbana de Maragogi da Praia de Burgalhau.

No litoral sul, a situação segue mais favorável. Apenas um ponto foi classificado como inadequado: a praia de Barra de São Miguel, em frente à Rua Edson Frazão.

Já em Maceió, o cenário é mais preocupante. Ao todo, oito pontos estão impróprios para banho, distribuídos por bairros como Trapiche, Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca. Apesar de ainda haver trechos considerados próprios, o IMA recomenda evitar, em qualquer época, áreas sob influência de floração de algas, especialmente nos trechos das praias da Avenida até o Sobral.

O órgão ambiental reforça a importância de consultar regularmente os boletins de balneabilidade, uma vez que a condição da água pode variar conforme fatores como chuvas, escoamento de esgoto e mudanças ambientais.

De acordo com a Resolução CONAMA nº 274/2000, do Conselho Nacional do Meio Ambiente, uma praia é considerada própria para banho quando, em pelo menos 80% das amostras coletadas nas cinco semanas anteriores no mesmo local, o índice de contaminação não ultrapassa 800 NMP (Número Mais Provável) de Escherichia coli por 100 mililitros de água. Já os trechos são classificados como impróprios quando não atendem a esse critério ou quando apresentam, na última análise, valores superiores a 2.000 Escherichia coli por 100 mililitros.

Acesse o relatório completo:

https://www2.ima.al.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/REAB-12-2026.pdf

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